segunda-feira, 14 de março de 2011

American way of life - parte II




" our "- lá deles - commercial


A Grande Mentira - Parte II


Um breve ponto da situação.

Jigsaw


Temos em
cima da mesa algumas peças soltas, mas ainda não é possível observar o desenho completo: é como um puzzle, um jigsaw como dizem os Ingleses.


Até agora temos algumas peças e outras aparecem nos lugares mais estranhos e chamam a nossa atenção.

É preciso cuidado: algumas peças são boas, algumas não. Algumas encaixam, outras forma construídas para ser encaixadas mas não fazem parte do desenho original.

Há informação e contra-informação. Há contra-informação criada para nós, cidadãos, há contra-informação criada para outras pessoas.

Por exemplo: algumas peças falam de Illuminati, de Maçonaria, de tradições milenárias, de estranhos rituais, duma estirpe real que conserva terríveis secretos. Contra-informação? Não necessariamente.

Pode ser tudo verdadeiro, mas não é este o problema. O que não podemos perder de vista é o objectivo final, que sempre foi, ainda é e sempre será apenas um: o dinheiro. Porque o dinheiro é poder, quem deter a maior riqueza, detém o maior poder.

Neste aspecto, e p
ara ter uma ideia do desenho, precisamos de pelos menos outras duas peças.
Vamos vê-las.

Nas mãos dos cidadãos


Uma vez, como vimos, no final do mês cada trabalhador recebia uma pequena percentagem da riqueza do próprio País. Era uma percentagem muito pequena
, claro. Mas cada nota significava o seguinte: eu, cidadão, detenho esta pequena quantia de riqueza, parte da riqueza total do meu País.

Tecnicamente o termo "deter" não está correcto, pois as notas não podem "pertencer" a ninguém, a não ser ao Estado; não acaso, nas notas falava-se de "portador", não de "dono". Para torna
r o discurso mais simples, podemos dizer que ter uma nota na carteira significava deter apenas "temporariamente" a mesma nota, justo o tempo de utiliza-la.

Mas este facto tem implicações em nada secundárias.
Se o Estado detiver as notas, isso significa que só o Estado detém a riqueza. Mas quem é o Estado? Nós, os cidadãos. Então, as notas signific
avam isso: eu, cidadão, utilizo uma nota, que pertence ao Estado, para representar uma riqueza (o ouro) que efectivamente me pertence.

De facto, o trabalho permitia entrar na posse duma percentagem real da riqueza do País (a nossa Repú
blica), representada pelas notas por uma questão de comodidade.

A riqueza dum Estado estava realmente nas mãos dos cidadãos.

Desde 1971, este "problema" foi resolvido: a riqueza foi retirada das mãos dos cidadãos e substituída por papel.

"Tá bom", pode pensar o leitor, "é uma questão secundária: antes de 1971 com uma nota comprava uma sandes, após 1971 com a mesma nota compro uma sandes na mesma, para mim pouco mudou".

Certeza? Mudo
u e mudou muito.

Uma guerra, uma sandes


Imaginemos um caso limite e absur
do.
Uma guerra está a aproximar-se, o cidadão, cheio de medo, desconfia que após o conflito as notas terão perdido valor. Então que faz? Entra num banco e pede para que a mesma nota seja trocada com ouro.


Já sabemos:
- antes de 1971 o banco teria sido obrigado, por lei, a efectuar a troca.
- após 1971 o ba
nco começa às gargalhadas.

Eis a diferença. Desde a decisão de revogar a convertibilidade, nas carteiras dos cidadãos há só papel: papel que pode ter um valor (e tem) agora, nas actuais condições, pois a nossa sociedade reconhece a este papel um determinado valor. Uma nota = uma sandes, é uma convenção.


Mas se as condições mudarem?
Uma nota de 1938 tem um valor histórico, mas não prático: ninguém pode comprar uma sandes com uma nota de 1938.
Mas com o ouro a situação é bem diferente: o ouro tem um valor intrínseco pois 1 quilo de ouro tinha um enorme valor em 1938 e o mesmo acontece agora (aliá
s, com as actuais avaliações do metal amarelo, agora vale ainda mais) .

Com a decisão de anular a convertibilidade, a verdadeira riqueza foi definitivamente retirada das mãos dos cidadãos: riqueza presente e também riqueza futura. Acham isso irrelevante?

Intervalo


Antes de proceder, um breve intervalo.

Aproveitamos para comprar as pipocas, res
ponder ao telemóvel, e entreter-nos com uma breve divagação.

Tentamos responder a esta simples pergunta: se o dinheiro representa a riqueza, se a riqueza dum Estado é a riqueza de todos, se o Estado for o conjunto dos cidadãos, então isso significa que o dinheiro é de todos, correcto?
Então porque ao pedir um emprés
timo o banco cobre juros?

O banco, privado, utiliza o d
inheiro (teoricamente de nossa propriedade) para ganhar dinheiro (os juros) que ficam exclusivamente com ele.
Acham isso normal?

Em primeiro lugar, nem deveriam existir bancos privados; que, de facto, são uma invenção relativamente recente. Se o dinheiro pertence ao Estado, isso é, a todos nós, porque um privado tem que geri-lo e ganhar com isso?


A seguir. Se o dinheiro for de todos (e, em teoria, assim é) o cidadão deveria poder entrar no banco (do Estado) e dizer:

Querido Estado, preciso de 10.000 Euros para começar a minha nova actividade; assino o recibo, claro, não sou um ladrão, ora essa. Mas lembra duma coisa: quando a minha actividade começar a funcionar, tu, Estado (que depois sou eu também) ganhas com isso, pois a minha empresa vai criar emprego, mercadorias exportadas, consumo, riqueza.

Por isso não começar com a treta dos juros, pois vou devolver abundantemente este miserável empréstimo.

Claro, o mundo não poderia funcionar desta forma. Seria um absurdo, não seria?
Mas não é também
absurdo que bancos privados enriqueçam com o dinheiro de todos?

Ops, o intervalo está a acabar!

Um mundo melhor? Não, obrigado.


Falta ainda uma peça, muito importante.

Como vimos, em 1971 os Estados criaram uma situação muito particular: revogada a convertibilidade dinheiro = ouro, era possível criar dinheiro a partir do nada.

Foi, e ainda hoje é, uma medida controversa. Faz sentido "desligar" o dinheiro da riqueza? Faz sentido tornar o dinheiro a verdadeira (mas muito temporária e volátil) riqueza?

Não vamos discutir isso agora, pois o que conta neste discurso é um outro princípio: em 1971 foram ra
sgados os acordos de Bretton Woods, os mesmos estabelecidos em 1944, e que desde então tinham governado a nossa sociedade.


O que conta, como vimos, é que para os Estados abriam-se novos percursos, novas possibilidades.
E aqui aconteceu algo de espantoso: os Estados disseram: "Não, obrigado".

Criadas as condições para decisivos investimentos (como já dissemos: instrução, saúde, transportes, infra-estruturas...), as resposta foi: "Sim, engraçado. Mas, se não se importarem, vamos entregar tudo isso aos privados, pode ser?".

Pode ser sim, é suficiente não dizer nada aos cidadãos.

E foi isso que aconteceu: a possibilidade de criar e gerir dinheiro foi delegada definitivamente aos privados. Não "todos" os privados, só alguns: nomead

amente os que fazem-se chamar "bancos". Privados, óbvio.
E a coisa mais divertida é que nada foi dito aos cidadãos: em que dia o Presidente Nixon rasgou a convertibilidade dinheiro = ouro? No dia 15 de Agosto, no meio das férias.

Tu, cidadãos, fica na praia, pensa em divertir-te; eu trato do resto.
E, de facto, trataram.

Um pequeno problema


Bom, em verdade havia um pequeno problema.

As duas principais economias, a americana e a europeia, encontravam-se em situações diferentes: nos Estados Unidos o Banco Central era já privado (a Federal Reserve sempre foi privada), mas na Europa cada Estado continuava teimosamente a gerir a própria riqueza com o Banco Central Nacional. Uma situação incomodativa, sem dúvida.

Era preciso uniformizar, entregar toda a riqueza aos privados. Não era uma questão secundária: uma vez controladas as duas principais economias, com outras instituições teria sido possível estender o controle até as outras economias. É por isso que existe o Fundo Monetário Internacional, por exemplo, que reúne 184 Países.

Por isso, era preciso ultrapassar o obstáculo "Europa". Mas isso não era tão simples: não era possível enviar todos os cidadãos para a praia, era preciso algo de mais refinado.

Desde 1950, no Velho Continente era activo um movimento que mira

va a criação dum grande mercado comum, uma federação de Estados, começada com a CECA, Comunidade Europeia do Carvão e do Aço. Poderia ter existido ocasião melhor para aportar algumas "leves" modificações?

Por exemplo: que tal pegar nesta boa ideia e conven
cer os cidadãos em adoptar uma única moeda privada? O nome? "Euro", de Europa, perfeito.
Depois é pintar retratos fantástico, de paz, bem estar comum, de cooperação infinita: os ricos que ajudam os pobres, os pobres que ficam ricos, eis a promessa do Euro.

Os Europeus são aborrecidos, querem votar acerca de tudo a mais alguma coisa, sempre com esta história da democracia e bla, bla, bla.
Então eis o golpe de génio: convence-los em votar num projecto aparentemente bom (a União Europeia) para depois poder actuar um plano muito mau.

Quem poderá queixar-se? Os cidadãos? Mas não foram eles que escolheram de livre vontade?

Assim foi criado o Euro.

Uma moeda nascida ainda antes do Estado, caso único na História. Mas não havia tempo a perder: era preciso que todos, Americanos e Europeus, usassem dinheiro privado. Os outros teriam seguido o exemplo ou poderiam ser controlados, sem problema.

Dinheiro privado


Dinheiro privado...será possível?
Não "será", mas "é" possível.

Observem uma nota de Euro: conseguem individuar as palavras "União Europeia"? Não, não conseguem, porque não aparecem: aparece apenas BCE, Banco Central Europeu.
Observem uma nota de Dólar: porque não aparece o Ministério do Tesouro? Aparece apenas Federal Reserve.

Em ambos os casos a resposta é simples: este não é dinheiro público, é privado.

As antigas notas nacionais deixavam bem claro que a nota pertencia a um determinado Estado: não
era vaidade, era uma segurança, pois estava a significar que atrás da nota havia um Estado que garantia o valor dela, com as próprias reservas auríferas.

Quem está atrás do Euro e do Dólar?

O Banco Central Europeu é formado pelos Bancos Centrais Nacionais, os quais são detidos por bancos privados.
A Federal Reserve é privada. Oficialmente os nomes dos accionistas da Fed são mantidos secretos (manter secretos os nomes dos donos da instituição que cria e gera o dinheiro dum País? E porquê?), na verdade há muito mais do que suspeitas: os donos da instituição são bancos privados e famílias de banqueiros.

O BCE produz dinheiro privado, tal como a Federal Reserve. Não é dinheiro criado a partir de riqueza, não é criado a partir de ouro: é papel, nada mais do que simples papel a cores, atrás do qual não há nada.

Perder a soberania


É difícil acreditar nisso.

O esquema foi bem estudado e nada foi deixado ao acaso. Quando nos anos '90 houve a passagem para o Euro, ninguém explicou o que teria significado abandonar o dinheiro nacional, perder a soberania monetária.

Repito: ninguém explicou isso, nem os governos, nem as oposições. Europeiastas e anti-europeistas, todos empenhados em Grandes Discursos acerca dos Grandes Valores, a Democracia, o Futuro, a Unidade, o Homem, a Cooperação.
Poucos, muito poucos e não ouvidos os que perguntaram uma coisa muito simples: o que acontecerá ao meu País uma vez perdida a capacidade de gerir o próprio dinheiro?

Nos Estados Unidos a passagem aconteceu numa época ainda mais remota, no principio do XX século com o Presidente Wilson o qual, mais tarde afirmou:

Eu sou um dos homens mais infelizes. Tacitamente arruinei o meu País. Uma grande Nação industrial está agora controlada pelo seu sistema de crédito, já não somos regidos por a livre opinião e o voto da maioria, mas pela opinião e coação de um pequeno grupo de homens dominantes.

E bravo Wilson. Pena ter lá chegado demasiado tarde.

Última peça: a dívida


Olhem, encontrei uma última peça! Mas não faltavam apenas duas? Pois, mas agora surgiu esta, olhem só: chama-se dívida.

Melhor observa-la bem, pois não parece uma peça segundaria. Eh não, não é nada secundária. A bem ver, o mecanismo da dívida é muito importante embora o seu funcionamento seja bastante simples.
De facto, funciona assim:

Um banco privado emite dinheiro.

O dinheiro é emprestado a um Estado.
O Estado para juros por este empréstimo.
O Estado gasta mais do que ganha, o que é bastante normal.
Por isso o Estado não consegue devolver o empréstimo e pede outro empréstimo para poder funcionar e pagar ao menos os juros.
A partir de agora, o Estado continuará a pedir cada vez mais dinheiro ao banco privado: para poder continuar a funcionar e para poder pagar os juros acumulados.
É uma espiral da qual o Estado nunca poderá sair. O banco privado conseguiu um refém: o Estado.
A espiral chama-se "dívida pública".
E o Estado somos nós.

A Grande Mentira


Agora temos as peças necessárias para construir o nosso jigsaw.

  • Tudo começa em 1919, com o Federal Reserve Act assinado pelo Presidente dos Estados Unidos T.W. Wilson: a moeda dos EUA é emitida agora pelos privados.
  • Continua em 1971, dia 15 de Agosto, com a revogação da convertibilidade da moeda e ouro por o Presidente R. Nixon. Com esta medida o dinheiro já não representa a riqueza dum País, o seu ouro, mas torna-se uma riqueza volátil.
  • Com esta medida, a riqueza do País é retirada das mãos dos cidadãos.
  • A seguir, temos a supressão dos bancos centrais nacionais da Europa em favor dum só banco central, o BCE, privado, que emite moeda própria.
  • Como resultado, os cidadãos perderam definitivamente qualquer contacto com o ouro do Estado e são obrigados a utilizar exclusivamente um meio de pagamento privado, sem valor intrínseco.
  • Entretanto, os bancos (nesta altura todos privados ou controlados pelos privados) capturam os Estados no mecanismo da dívida pública e conseguem enriquecer cada vez mais.

Uma revolução? Uma guerra? Uma mega-reestruturação da dívida? Qual o problema? Os Estados ficarão apenas com um monte de papel. Os bancos com o ouro.


E o leitor terá que concordar: as duas coisas são bem, diferentes, não acha?

Eis a Grande Mentira, que tem um nome: dinheiro.
O dinheiro que utilizamos já não é público, é privado; já não é riqueza, é papel.


Os Estados abdicaram do papel deles de forma progressiva mas inexorável. Pior: traíram os próprios cidadãos. Entregaram o ouro e o poder à poucos privados. Porque ouro e poder vão juntos.

Porque um Estado que não pode controlar a própria economia já não é um Estado: é uma ilusão de Estado.

Pensem um segundo nisso: o que pode fazer um Estado sem a capacidade de gerir o próprio dinheiro (que depois é o dinheiro de todos os cidadãos, é bom não esquecer isso)?
Pode gerir o sistema de instrução? E com quais recursos?
Pode gerir o sistema de saúde? E como?
Pode gerir um exército, uma política energética, o mundo do trabalho, a justiça, as próprias finanças, os transportes? Pode fazer planeamentos?
Uma vez perdida a posse da própria riqueza, um Estado deixa de existir. Continua a existir a Nação (por enquanto: ainda não perceberam o porque da globalização?), mas o Estado morreu, porque palavras como "república" ou "democracia" são ocas quando não há poder.

Os Estados morreram porque foram vendidos. Mas nós somos os Estados: então nós cidadãos fomos vendidos, com as nossas riquezas e os nosso direitos.

Os partidos, os representantes, aquelas mesmas instituições criadas e eleitas para tratar dos interesses de todos, traíram a confiança dos próprios eleitores e venderam as vidas dos cidadãos aos bancos privados.

Hoje continuam a utilizar termos que perderam sentido, como Estado, República, Democracia; continuam a organizar rituais vazios como as "livres" eleições: tudo para criar uma aparência de legalidade, para que o cidadão não perceba a realidade, para preservar a Grande Mentira.

Pois é, querido leitor: fomos vendidos. Em troca de papel.

E temos que admitir: como negócio não foi grande coisa.


Ipse dixit.

"Can you tell me where my country lies?"
said the unifaun to his true love's eyes.
"It lies with me!" cried the Queen of Maybe
- for her merchandise, he traded in his prize.

Genesis, Dancing With The Moonlit Knight


Fonte: http://informacaoincorrecta.blogspot.com/2011/03/grande-mentira-parte-ii.html





Nota:A Grande Mentira - Parte I - tanto o link como o artigo (parte II) foram surrupiados de excelente Informação Incorrecta




Um comentário

A coisa mais bonita dum blog, de qualquer blog, são os comentários: é aí que podem nascer as discussões e as ideias. Sem comentários, um blog é um monólogo.
Aborrecido.

Um comentário

Escreve Xenofonte ao comentar A Grande Mentira:
Dada a espiral da dívida e o respectivo acumulamento desta, quando é que isto termina?
Resposta: nunca.

O actual sistema, como a maioria dos sistemas, não é pensado para evoluir, mas para funcionar assim como foi projectado. Sem alterações, o sistema não tem a capacidade para mudar: só com uma intervenção interna (por exemplo uma decisão) ou externa (um evento traumático, tipo uma guerra) as coisas podem tomar outro rumo.

No caso específico, seria ingénuo pensar que o actual estado das coisas possa ser apenas uma consequência causal de decisões tomadas há 10, 20, 30 ou mais anos.
Embora possa não parecer (e, sobretudo, possa não ser feito parecer), a economia é uma ciência. Para cada acção existe uma determinada reacção.
Ao ver o comportamento das Bolsas, por exemplo, podemos pensar que tudo está nas mãos dos investidores: são eles que, com base nas decisões pessoais e empresariais, determinam o que irá acontecer.



domingo, 6 de março de 2011

American way of life


INVASÕES AMERICANAS NO MUNDO
Por GG 01/09/2007 às 01:50

Organizado por Alberto da Silva Jones (professor da UFSC):

Entre as várias INVASÕES das forças armadas dos Estados Unidos fizeram nos séculos XIX, XX e XXI, podemos citar:


1846 - 1848 - MÉXICO - Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas
1890 - ARGENTINA - Tropas americanas desembarcam em Buenos Aires para
defender interesses econômicos americanos.
1891 - CHILE - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes
nacionalistas.

1891 - HAITI - Tropas americanas debelam a revolta de operários
negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA.

1893 - HAWAI - Marinha enviada para suprimir o reinado independente anexar o Hawaí aos EUA.
1894 - NICARÁGUA - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês.
1894 - 1895 - CHINA - Marinha, Exército e Fuzileiros desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa.
1894 - 1896 - CORÉIA - Tropas permanecem em Seul durante a guerra.
1895 - PANAMÁ - Tropas desembarcam no porto de Corinto, província Colombiana.
1898 - 1900 - CHINA - Tropas dos Estados Unidos ocupam a China durante a Rebelião Boxer.
1898 - 1910 - FILIPINAS - As Filipinas lutam pela independência do país, dominado pelos EUA (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, Filipinas - 27/09/1901 e Bud Bagsak, Sulu, Filipinas
11/15/1913) - 600.000 filipinos mortos.
1898 - 1902 - CUBA - Tropas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana.
1898 - Presente - PORTO RICO - Tropas sitiaram Porto Rico na guerra hispano-americana, hoje 'Estado Livre Associado' dos Estados Unidos.
1898 - ILHA DE GUAM - Marinha americana desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje.
1898 - ESPANHA - Guerra Hispano-Americana - Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial.
1898 - NICARÁGUA - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur.
1899 - ILHA DE SAMOA - Tropas desembarcam e invadem a Ilha em conseqüência de conflito pela sucessão do trono de Samoa.
1899 - NICARÁGUA - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua (2ª vez).
1901 - 1914 - PANAMÁ - Marinha apóia a revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção.
1903 - HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho.
1903 - 1904 - REPÚBLICA DOMINICANA - Tropas norte americanas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução.
1904 - 1905 - CORÉIA - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos desembarcaram no território coreano durante a guerra russo-japonesa.
1906 - 1909 - CUBA -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições.
1907 - NICARÁGUA - Tropas americanas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua.
1907 - HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra de Honduras com a Nicarágua.
1908 - PANAMÁ - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos invadem o Panamá durante período de eleições.
1910 - NICARÁGUA - Fuzileiros navais norte americanos desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua.
1911 - HONDURAS - Tropas americanas enviadas para proteger interesses americanos durante a guerra civil, invadem Honduras.
1911 - 1941 - CHINA - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas.
1912 - CUBA - Tropas americanas invadem Cuba com a desculpa de proteger interesses americanos em Havana.
1912 - PANAMÁ - Fuzileiros navais americanos invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais.
1912 - HONDURAS - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano.
1912 - 1933 - NICARÁGUA - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combaterem guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos.
1913 - MÉXICO - Fuzileiros da Marinha americana invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução.
1913 - MÉXICO - Durante a Revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas em apoio aos revolucionários.
1914 - 1918 - PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL - Os EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil homens.
1914 - REPÚBLICA DOMINICANA - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução do povo dominicano em Santo Domingo.
1914 - 1918 - MÉXICO - Marinha e exército dos Estados Unidos invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas.
1915 - 1934 - HAITI- Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos.
1916 - 1924 - REPÚBLICA DOMINICANA - Os EUA invadem e estabelecem um governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante oito anos.
1917 - 1933 - CUBA - Tropas americanas desembarcam em Cuba, e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos.
1918 - 1922 - RÚSSIA - Marinha e tropas americanas enviadas para combater a revolução Bolchevista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles.
1919 - HONDURAS - Fuzileiros norte americanos desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço.
1918 - IUGOSLÁVIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia.
1920 - GUATEMALA - Tropas americanas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala.
1922 - TURQUIA - Tropas norte americanas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna.
1922 - 1927 - CHINA - Marinha e Exército americano mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista.
1924 - 1925 - HONDURAS - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional.
1925 - PANAMÁ - Tropas americanas invadem o Panamá para debelar greve geral dos trabalhadores panamenhos.
1927 - 1934 - CHINA - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante sete anos, ocupando o território chinês.
1932 - EL SALVADOR - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados durante a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional - FMLN -
comandadas por Marti.
1939 - 1945 - SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - Os EUA declaram guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941 e depois a Alemanha e Itália, invadindo o Norte da África, a Ásia e a Europa, culminando com o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades desmilitarizadas de Iroshima e Nagasaki.
1946 - IRÃ - Marinha americana ameaça usar artefatos nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irã.
1946 - IUGOSLÁVIA - Presença da marinha americana ameaçando invadir a zona costeira da Iugoslávia em resposta a um avião espião dos Estados Unidos abatido pelos soviéticos.
1947 - 1949 - GRÉCIA - Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas "eleições" do povo grego.
1947 - VENEZUELA - Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, como castigo por ter aumentado o preço do petróleo exportado, colocando um ditador no poder.
1948 - 1949 - CHINA - Fuzileiros americanos invadem pela ultima vez o território chinês para evacuar cidadãos americanos antes da vitória comunista.
1950 - PORTO RICO - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce.
1951 - 1953 - CORÉIA - Início do conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Os Estados Unidos são um dos principais
protagonistas da invasão usando como pano de fundo a recém criada Nações Unidas, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul. Os EUA perderam 33 mil homens e mantém até hoje base militar e aero-naval na Coréia do Sul.
1954 - GUATEMALA - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país. Jacobo Arbenz havia nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a Reforma Agrária.
1956 - EGITO - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas se envolvem durante os combates no Canal de Suez sustentados pela Sexta Frota dos EUA. As forças egípcias obrigam a coalizão franco-israelense-britânica, a retirar-se do canal.
1958 - LÍBANO - Forças da Marinha americana invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil.
1958 - PANAMÁ - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos.
1961 - 1975 - VIETNÃ. Aliados ao sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Inicialmente a participação americana se restringe a ajuda econômica e militar (conselheiros e material bélico). Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA em guerra. Os Estados Unidos deixam de ser simples consultores do exército do Vietnã do Sul e entram num conflito traumático,
que afetaria toda a política militar dali para frente. A morte de quase 60 mil jovens americanos e a humilhação imposta pela derrota do Sul em 1975, dois anos depois da retirada dos Estados Unidos, moldou a estratégia futura de evitar guerras que impusessem um custo muito alto de vidas americanas e nas quais houvesse inimigos difíceis de derrotar de forma convencional, como os vietcongues e suas táticas de guerrilhas.
1962 - LAOS - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil contra guerrilhas do Pathet Lao.
1964 - PANAMÁ - Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira e seu país.
1965 - 1966 - REPÚBLICA DOMINICANA - Trinta mil fuzileiros e pára-quedistas norte americanos desembarcaram na capital do país São Domingo para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924.
1966 - 1967 - GUATEMALA - Boinas Verdes e marines americanos invadem o país para combater movimento revolucionário contrario aos interesses econômicos do capital americano.
1969 - 1975 - CAMBOJA - Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja.
1971 - 1975 - LAOS - EUA dirigem a invasão sul-vietnamita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana.
1975 - CAMBOJA - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez.
1980 - IRÃ - Na inauguração do estado islâmico formado pelo Aiatolá Khomeini, estudantes que haviam participado da Revolução Islâmica do Irã ocuparam a embaixada americana em Teerã e fizeram 60 reféns. O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, frustrada por tempestades de areia e falhas em equipamentos. Em meio à frustrada operação, oito militares americanos morreram no choque entre um helicóptero e um avião. Os reféns só seriam libertados um ano depois do seqüestro, o que enfraqueceu o então presidente Jimmy Carter e elegeu Ronald Reagan, que conseguiu aprovar o maior orçamento militar em época de paz até então.*
1982 - 1984 - LÍBANO - Os Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos do Líbano logo após a invasão do país por Israel - e acabaram envolvidos na guerra civil que dividiu o país. Em 1980, os americanos supervisionaram a retirada da Organização pela Libertação da Palestina de Beirute. Na segunda intervenção, 1.800 soldados integraram uma força conjunta de vários países, que deveriam restaurar a ordem após o massacre de refugiados palestinos por libaneses aliados a Israel. O custo para os americanos foi a morte 241 fuzileiros navais, quando os libaneses explodiram um carro bomba perto de um quartel das forças americanas.
1983 - 1984 - ILHA DE GRANADA - Após um bloqueio econômico de quatro anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Seguindo a política de intervenção externa de Ronald Reagan, os Estados Unidos invadiram a ilha caribenha de Granada alegando prestar proteção a 600 estudantes americanos que estavam no país, as tropas eliminaram a influência de Cuba e da União Soviética sobre a política da ilha.
1983 - 1989 - HONDURAS - Tropas americanas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira, invadem o Honduras
1986 - BOLÍVIA - Exército americano invade o território boliviano na justificativa de auxiliar tropas bolivianas em incursões nas áreas de cocaína.
1989 - ILHAS VIRGENS - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano.
1989 - PANAMÁ - Batizada de Operação Causa Justa, a intervenção americana no Panamá foi provavelmente a maior batida policial de todos os tempos: 27 mil soldados ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega, antigo ditador aliado do governo americano. Os Estados Unidos justificaram a operação como sendo fundamental para proteger o Canal do Panamá, defender 35 mil americanos que viviam no país, promover a democracia e interromper o tráfico de drogas, que teria em Noriega seu líder na América Central. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.
1990 - LIBÉRIA - Tropas americanas invadem a Libéria justificando a evacuação de estrangeiros durante guerra civil.
1990 - 1991 - IRAQUE - Após a invasão do Iraque ao Kuwait, em 2 de agosto de 1990, os Estados Unidos com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país, seguido de uma coalizão anti-Iraque (reunindo além dos países europeus membros da Otan, o Egito e outros países árabes) que ganhou o título de "Operação Tempestade no Deserto". As hostilidades começaram em 16 de janeiro de 1991, um dia depois do fim do prazo dado ao Iraque para retirar tropas do Kuwait. Para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, o então presidente George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo.
1990 - 1991 - ARÁBIA** SAUDITA - Tropas americanas destacadas para ocupar a Arábia Saudita que era base militar na guerra contra Iraque.
1992 - 1994 - SOMÁLIA - Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália como parte de uma missão da ONU para distribuir mantimentos para a população esfomeada. Em dezembro, forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país.
1993 - IRAQUE -No início do governo Clinton, é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas, em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait.
1994 - 1999 - HAITI - Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti na justificativa de devolver o poder ao presidente eleito Jean-Betrand Aristide, derrubado por um golpe, mas o
que a operação visava era evitar que o conflito interno provocasse uma onda de refugiados haitianos nos Estados Unidos.
1996 - 1997 - ZAIRE (EX REPÚBLICA DO CONGO) - Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus onde a revolução congolesa ?Marines evacuam civis? iniciou.
1997 - LIBÉRIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria justificando a necessidade de evacuar estrangeiros durante guerra civil sob fogo dos rebeldes.
1997 - ALBÂNIA - Tropas americanas invadem a Albânia para evacuarem estrangeiros.
2000 - COLÔMBIA - Marines e "assessores especiais" dos EUA iniciam o Plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico fusarium axyporum (o "gás verde").
2001 - AFEGANISTÃO - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje.
2003 - IRAQUE - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição e financiar terroristas, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. É batizada pelos EUA de "Operação Liberdade do Iraque" e por Saddam de "A Última Batalha", a guerra começa com o apoio apenas da Grã-Bretanha, sem o endosso da ONU e sob protestos de manifestantes e de governos no mundo inteiro. As forças invasoras americanas até hoje estão no território iraquiano, onde a violência aumentou mais do que nunca.

Na América Latina, África e Ásia, os Estados Unidos invadiam países ou para depor governos democraticamente eleitos pelo povo, ou para dar apoio a ditaduras criadas e montadas pelos Estados Unidos, tudo em nome da "democracia" (deles).

Fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/red/2007/09/392656.shtml?comment=on

O perigo Arabe


" os democratas desembarcam na Europa"

charge de Charb

Uma história de Amor no banheiro


" Conformism is Dangerous "


Konstantin Bronzit

Conformism is Dangerous




"Pacifier" - Konstantin Bronzit

via Toscano Irriverente

sexta-feira, 4 de março de 2011

Aos amigos acima dos 40



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sugestão de Jean Scharlau

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pateta no Trânsito




Nota hupperiana: desenho animado feito pela turma do Mr. Walt Disney ( conforme más-línguas, era chegado num Mickey ) lá pelos idos dos anos 60 do século passado.