quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

As “sutis” mensagens dinamarquesas




The Assassination from Adam Hashemi on Vimeo.

Muammar Gaddafi


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UE não descarta intervenção militar na Líbia



–1. Está programada para amanhã uma grande manifestação popular contra Kadafi em Trípoli. Quando os telefones celulares funcionam, mensagens de convocação aparecem na tela dos aparelhos. Fora isso, a chamada para a manifestação corre de boca a boca.

Para tentar impedi-la e em face do avanço dos rebeldes do leste em direção à capital, o ditador Kadafi, do seu bunker no subúrbio de Bab al-Aziziya, mandou contratar mais mercenários. Essa informação está sendo veiculada pela mídia italiana que, desde ontem, investiga sobre a presença de mercenários italianos a atuar em Tripoli. O deputado Pier Fasino cobrou apuração da tribuna do Parlamento.

–2. A União Européia não desmente quando perguntada sobre o vazamento de que está a estudar a possibilidade de uma intervenção militar humanitária na Líbia. O Tratado de Nice, de 2000, permite esse tipo de ação, por uma unidade militar chamada “battle groups”. Esse grupo já atuou na Bósnia, Macedônia e Congo.

–3. PANO RÁPIDO. O ditador Kadafi promove um banho de sangue e, depois de o seu bunker subterrâneo ter permanecido sem eletricidade por horas, mandou aviões para bombardear a cidade de Zawaia, distante 40 km e em mãos dos opositores ao regime.

Até agora, os organismos inernacionais ainda não acharam uma fórmula para parar Kadafi e evitar mais chacinas e genocídios.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

OBSOLESCENCIA PROGRAMADA - ( COMPRAR, TIRAR, COMPRAR )




04.01.2011 - Baterías que se 'mueren' a los 18 meses de ser estrenadas, impresoras que se bloquean al llegar a un número determinado de impresiones, bombillas que se funden a las mil horas... ¿Por qué, pese a los avances tecnológicos, los productos de consumo duran cada vez menos?

Rodado en Cataluña (Catalunya) , Francia, Alemania, Estados Unidos y Ghana, Comprar, tirar, comprar, hace un recorrido por la historia de una práctica empresarial que consiste en la reducción deliberada de la vida de un producto para incrementar su consumo porque, como ya publicaba en 1928 una influyente revista de publicidad norteamericana, "un artículo que no se desgasta es una tragedia para los negocios".

El documental, dirigido por Cosima Dannoritzer y coproducido por Televisión Española, es el resultado de tres años de investigación, hace uso de imágenes de archivo poco conocidas; aporta pruebas documentales y muestra las desastrosas consecuencias medioambientales que se derivan de esta práctica. También presenta diversos ejemplos del espíritu de resistencia que está creciendo entre los consumidores y recoge el análisis y la opinión de economistas, diseñadores e intelectuales que proponen vías alternativas para salvar economía y medio ambiente
Una bombilla en el origen de la obsolescencia programada

Edison puso a la venta su primera bombilla en 1881. Duraba 1500 horas. En 1911 un anuncio en prensa española destacaba las bondades de una marca de bombillas con una duración certificada de 2500 horas. Pero, tal y como se revela en el documental, en 1924 un cártel que agrupaba a los principales fabricantes de Europa y Estados Unidos pactó limitar la vida útil de las bombillas eléctricas a 1000 horas. Este cártel se llamó Phoebus y oficialmente nunca existió pero en Comprar, tirar, comprar se nos muestra el documento que supone el punto de partida de la obsolescencia programada, que se aplica hoy a productos electrónicos de última generación como impresoras o iPods y que se aplicó también en la industria textil con la consiguiente desaparición de las medias a prueba de carreras.

Consumidores rebeldes en la era de Internet

A través de la historia de la caducidad programada, el documental pinta también un fresco de la historia de la Economía de los últimos cien años y aporta un dato interesante: el cambio de actitud en los consumidores gracias al uso de las redes sociales e Internet. El caso de los hermanos Neistat, el del programador informático Vitaly Kiselev o el catalán Marcos López, dan buena cuenta de ello.
África, vertedero electrónico del primer mundo

Este usar y tirar constante tiene graves consecuencias ambientales. Tal y como vemos en este trabajo de investigación, países como Ghana se están convirtiendo en el basurero electrónico del primer mundo. Hasta allí llegan periódicamente cientos de contenedores cargados de residuos bajo la etiqueta de 'material de segunda mano' y el paraguas de una aportación para reducir la brecha digital y acaban ocupando el espacio de los ríos o los campos de juego de los niños.

Más allá de la denuncia, el documental trata de dar visibilidad a emprendedores que ponen en práctica nuevos modelos de negocio y escucha las alternativas propuestas por intelectuales como Serge Latouche, que habla emprender la revolución del 'decrecimiento', la de la reducción del consumo y la producción para liberar tiempo y desarrollar otras forma de riqueza, como la amistad o el conocimiento, que no se agotan al usarlas.

Categoria:

Educação

Palavras-chave:


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Kinetic Sculptor - Escultor Cinético



Esculturas que se movem pelo vento do holandes Theo Jansen


More on this programme: http://www.bbc.co.uk/programmes/b00vt1xp

Kinetic sculptor and artist Theo Jansen builds 'strandbeests' from yellow plastic tubing that is readily available in his native Holland.

The graceful creatures evolve over time as Theo adapts their designs to harness the wind more efficiently. They are powered only by the wind and even store some of the wind's energy in plastic bottle 'stomachs' to be used when there is no wind.



Animaris Umerus walking - June '09 from Strandbeest on Vimeo.


veja mais clicando aqui

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cavernas dos Cristais Gigantes


















A Caverna dos Cristais, no México


Numa caverna na região norte do México, a cerca de uma hora ao sul da cidade de Chihuahua, famosa pelos seus cristais, fica a Cueva de los Cristales (Caverna dos Cristais), onde estão os maiores cristais do mundo, tendo maior deles mais de 11m.

A Caverna foi descoberta por mineradores da mina de Naica, em 2000. Eles trabalhavam buscando chumbo, e terminaram encontrando esse achado.

As visitas são restritas, dando-se preferência a pesquisadores. Turistas ainda não são permitidos no local, mas quem sabe no futuro? Um grande problema à visitação são as condições do ambiente: as temperaturas chegam a 44º e a umidade relativa do ar vai de 90 a 100%.

Os cristais se formaram ao longo de pelo menos 500 mil anos, com a sedimentação de minérios dissolvidos na água que preenchia toda a caverna. Com a exploração da mina, a água da caverna foi drenada, e por isso os cristais pararam de crescer.


Nota: caso interesse visite Proyecto Naica

O Bailado do PiG ...





Lula, Dilma e a velha mídia

O esporte preferido da mídia é fazer comparações da Dilma com o Lula. Sem coragem para reconhecer que se chocaram contra o país – que deu a Lula 87% de apoio e apenas 4%b de rejeição no final de um mandato que teve toda a velha mídia contra – essa mídia busca se recolocar, encontrar razões para não ser tão uniformemente opositora a tudo o que governo faz. O melhor atalho que encontraram é o de dizer que as coisas ruins, que criticavam, vinham do estilo do Lula, que Dilma deixaria de lado.

Juntam temas de política exterior, tratamento da imprensa, rigor nas finanças públicas, menos discurso e mais capacidade executiva, etc., etc. Como se fosse um outro governo, de outro bloco de forças, com linhas politica e econômica distinta. Quase como se a oposição tivesse ganho. Ao invés de reconhecer seus erros brutais, tratam de alegar que é a realidade que é outra.

Como se o modelo econômico e social – âmago do governo – fosse distinto. Como se a composição do governo fosse substancialmente outra, como partidos novos tivessem ingressado e outros saído do governo. Apelam para o refrão de que “o estllo é o homem” (ou a mulher), como se a crítica fundamental que faziam ao Lula fosse de estilo.

No essencial, a participação do Estado na economia está consolidada e, se diferença houver, é para estendê-la. Os ministérios econômicos e sociais são mais coerentes entre si, tendo sido trocados ministros de pastas importantes – como comunicação, saúde e desenvolvimento – para reafirmar a hegemonia do modelo de continuidade com o governo Lula.

A política externa de priorização das alianças regionais e dos processos de integração foi reiterada na primeira viagem da Dilma ao exterior, à Argentina, assim como no acento no fortalecimento dos processos latino-americanos, como a ênfase na aproximação com o novo governo colombiano e a contribuição ao novo processo de libertação de reféns comprova.

O acerto das contas publicas se faz na lógica do compromisso do governo da Dilma de estabelecimento de taxas de juros de 2% ao final do mandato, alinhadas com as taxas internacionais, golpeando frontalmente o eixo do principal problema econômica que temos: as taxas de juros reais mais altas do mundo, que atraem o capital especulativo. A negociação do salário mínimo se faz com o apoio do Lula. A intangibilidade dos investimentos do PAC já tinha sido reafirmada pelo Lula no final do ano passado.

Muda o estilo, ênfases, certamente. Mas nunca o Brasil teve um governo de tanta continuidade como este, desde que se realizam eleições minimamente democráticas. A velha mídia busca pretextos para falar mal de Lula, no elogio a Dilma, tentando além disso jogar um contra o outro. A mesma imprensa que não se cansou de dizer que ela era um poste, que não existiria sozinha na campanha sem o Lula, etc., etc., agora avança na direção oposta, buscando diferenças e antagonismos onde não existem.

Postado por Emir Sader





p.s. de Eduardo Guimarães do Blog da Cidadania

O feitiço de Dilma Rousseff

Quem diria. O dito “poste” da campanha eleitoral de 2010 vai se revelando uma estrategista política tão astuta que operou um milagre. Inauguramos, no Brasil, a feitiçaria política. Dilma Rousseff está presidindo o primeiro governo federal petista que, após um mês e meio de existência, não tem sido alvo de bombardeio midiático. Muito pelo contrário, Dilma tem recebido elogios e sido apresentada como vítima de uma absurda “herança maldita” deixada por Lula.

Em 2007, na aurora do segundo governo Lula, um mês e meio após a posse, o “caos aéreo” já fustigava o governo federal em manchetes bombásticas da grande imprensa. Em 2002, no primeiro mandato, o ex-presidente mal começara a governar e já era alvo de acusações da mídia de que o caos econômico do último ano de FHC – apenas mais intenso que nos três anos anteriores – era culpa sua.

A inflação, que chegara a quase oito por cento em 2001, em 2002 chegaria a doze – segundo o IPCA, do IBGE. A fuga de capitais se arrastava desde 1999, quando o Brasil teve que desvalorizar o real na marra, sem choro nem vela, porque terminava a farra cambial que reelegera FHC em um processo de mudança das regras do jogo que, nos últimos anos, a mídia vem dizendo antidemocrático, de um presidente alterar a Constituição para se permitir nova candidatura com vistas a permanecer no cargo.

No primeiro governo federal do PT ou no segundo, o início já foi de guerra. Nem o período de trégua que seria sensato conceder a quem iniciava o primeiro mandato em uma administração desmontada por forte crise financeira que se arrastara pelos últimos quatro anos, foi respeitado. Com Dilma, no entanto, está sendo diametralmente diferente.

Elogios. Vários e freqüentes. Como sempre, todos os colunistas no mesmo tom, repetindo a mesma tese de que o “estilo” de Dilma “agrada mais” – não dizem a quem, só que agrada mais –, e ela os vem recebendo tanto da mídia tucana quanto do seu maior ídolo político, aquele que lhe tem dado o tom nos últimos dezessete anos, Fernando Henrique Cardoso, que vem dividindo o amor midiático com José Serra, o outro queridinho da direita midiática.

E nem o feroz Serra tem sido antagônico com Dilma, limitando-se a resmungos comedidos, talvez por estar ciente de que não há ímpeto midiático de fustigá-la, falta de ímpeto que se vê, também, na maior parte da oposição, no baixo clero conservador, satisfeito com declarações sobre política externa e com o silêncio dela sobre os ataques incessantes a Lula em janeiro, ataques que têm arrefecido em fevereiro, por mais que persistam.

Tensa, a mídia espera reações de Lula, mas não de Dilma, que já se percebe que não baterá boca com os meios de comunicação, deixando ao padrinho político a missão de saciar-lhes a sede de manchetes e a fúria ideológica, no âmbito de uma derradeira tentativa dessa mídia de demonstrar poder de destruir quem a desafia, pois a resistência do eterno desafeto furta seu principal trunfo de “negociação” com a classe política.

De certa forma, é bom para todos, Lula, Dilma e mídia.

Lula, de seu lado, não tem nada a perder. Sua carreira política chega ao fim e os registros históricos lhe serão amplamente favoráveis, fora do calor da política partidária midiática. Não haverá historiador bom dos miolos que deixe de reconhecer o que ele representou para que ocorresse o salto histórico que o Brasil deverá dar na segunda década do século XXI. E, como ele disse, o êxito de Dilma será o seu êxito. Os brasileiros só querem que a indicada por ele não os decepcione.

Dilma, simplesmente porque está podendo governar sem sabotagem, ao menos até aqui.

A direita midiática, por sua vez, foge do desgaste de se mostrar intolerante com os governos petistas, depois de ter sido ignorada pela terceira vez em uma eleição presidencial, e pode deixar a impressão de que sua diferença com Lula não era partidária, mas produto de seus erros como governante, concentrando-se no lado histórico, no que ficará registrado para a posteridade sobre a atuação da imprensa na primeira década do novo século.

Dirão que o plano pode ser de Lula. Mais uma de suas estratégias brilhantes. Até pode ser, mas é Dilma que está sabendo não despertar a fúria midiática. Aliás, ao enfrentar os sindicatos na questão do mínimo fez um afago na mídia que não lhe custou nada porque Lula teria feito o mesmo, não teria cedido no valor do novo piso salarial do país. A política econômica é a mesma, tudo continua como dantes. Nem na tão propalada diplomacia há mudança de relevo.

Mas a forma como Dilma conduz as coisas dá uma diferença de tom, permite à mídia dizer que há diferença, que assim é que se faz e não como Lula fazia. A mídia, em seu entender – e, talvez, no de quem escreve esta análise –, fica por cima, como não tendo sido intolerante, mas, simplesmente, crítica de uma forma de governar e de se portar inadequada, a forma do ex-presidente.

Para um “poste”, Dilma não está se saindo nada mal. Ao menos do ponto de vista político. Isso, claro, ainda terá que ser confirmado por pesquisas sobre sua popularidade que, em algumas semanas, começarão a surgir. Porém, tudo indica que não haverá sobressalto, haja vista que não se tem notícia de piora no bem-estar social. Esse é o feitiço de Dilma: conseguir paz para governar. Que não se torne, porém, a paz dos cemitérios.

" Santas Inocências "





terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Um Papa americano





Mais uma que vi no Com Texto Livre que viu no Bacafá que também deve ter visto em um outro lugar.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Mubarak caiu !


Al Jazeera ao vivo


Multidão nas ruas comemora renuncia de Mubarak

Por todo o Egito o povo ocupa as ruas e comemora a renúncia de Hosni Mubarak. O ditador, no poder há 30 anos no Egito, deixou a capital Cairo com sua família rumo a sua residência de veraneio em Sharm el Seij.

O vice-presidente Omar Suleiman falou na televisão estatal egípcia e fez um breve comunicado: “o presidente Hosni Mubarak passou seus poderes às forças armadas do país.” Suleiman também renunciou ao poder e o passou a um Conselho Militar.

Tahrir Square reage ao discurso de Mubarak




Egípcios furiosos com a permanência de Mubarak

por Tom Perry, Reuters

CAIRO (Reuters) – A alegria se transformou em desespero e raiva na praça Tahrir, no centro do Cairo, quando o presidente do país, Hosni Mubarak, acabou na quinta-feira com a esperança de centenas de milhares de manifestantes que exigem sua renúncia após 30 anos no poder.

A multidão acampada na praça dançava, cantava, gritava frases e exibia um mar de bandeiras egípcias, nas cores vermelho, branco e preto, na expectativa de que o tão esperado discurso iria satisfazer o desejo do povo de ver o líder renunciar ao cargo.

“Ele sai nesta noite, nesta noite ele sai”, cantavam alguns na medida em que as notícias sugeriam que Mubarak realmente renunciaria.

Foram muitos os boatos. Alguns diziam que ele iria à Alemanha, enquanto outros estavam confiantes de que o presidente viajaria para os Emirados Árabes Unidos.

Os organizadores do protesto pintavam os rostos daqueles que aderiam ao movimento com as cores nacionais do país. Num certo momento, a praça Tahrir pareceu sediar uma festa de carnaval ao invés de um protesto.

Como de costume, egípcios de todos os estilos de vida e convicções políticas estavam unidos, de islâmicos a esquerdistas seculares, liberais e famílias inteiras.

Uma garota, sentada sobre os ombros de seu pai, tinha a palavra “saia” pintada em sua testa, repetindo a principal exigência de uma multidão que tomou conta da praça Tahrir ao longo da semana.

Momentos antes de Mubarak começar a falar, os manifestantes diziam que estavam prestes a testemunhar a história. “Senta, senta, senta”, gritavam alguns.

Milhares responderam, sentando no chão da praça, numa cena que refletia o espírito de cooperação no acampamento de protesto.

Na grande tela à frente, a aparição do presidente de 82 anos fez com que todos pedissem o fim de qualquer burburinho. Novamente, a multidão cooperou. Um manto de silêncio caiu sobre a praça Tahrir.

SAPATOS

Sob um céu claro e uma meia-lua, os soldados em cima de tanques e veículos blindados prestavam mais atenção ao discurso do que qualquer outra pessoa. Alguns fumavam cigarros quando o presidente começou a falar.

Em menos de um minuto, a alegria da multidão deu lugar à aflição. Um homem abaixou a cabeça na medida em que ficava claro que Mubarak não pretendia renunciar.

Alguns tiraram os sapatos, acenando com a sola em mãos. Outros exibiram sua desaprovação com os dedos ou fizeram sinais negativos para Mubarak. Alguns choraram.

Na metade do discurso, a paciência dos manifestantes pareceu se esgotar. Eles se levantaram e gritaram: “Saia, saia, saia.”

“Ele não quer entender. O povo não o quer no poder”, disse Hesham al-Bulak, de 23 anos. “Ele está se mantendo no poder de uma forma que é totalmente bizarra.”

Alguns manifestantes abandonaram o local logo em seguida, enquanto outros ficaram onde estavam, gritando frases de protesto. Falando aos que deixavam a praça, um organizador, com os olhos cheios de lágrimas, gritou: “Não desanimem, não desanimem.”

“Não há desânimo”, respondeu um manifestante. “Não há desespero e não há rendição.”


via Vi o Mundo


AO VIVO pela Al Jazeera

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

...ditador Mubarak e torturador Suleiman até setembro (?!)




10 de fevereiro de 2011 às 19:15

Mubarak ficará até setembro

10/02/2011 18h59 – Atualizado em 10/02/2011 18h59

Presidente decepciona manifestantes que esperavam sua renúncia imediata.
Ele anunciou mudanças na Constituição e disse que quer ficar até setembro.

Do G1, com agências internacionais

O presidente do Egito, Hosni Mubarak, decepcionou os manifestantes que esperavam sua renúncia e confirmou, em discurso nesta quinta-feira (10), que pretende continuar no governo, à frente de uma transição.

Mubarak anunciou “procedimentos constitucionais”, com mudanças em seis artigos e a suspensão de um sétimo.

Mubarak enfrenta protestos de rua há 17 dias. Nos primeiros dias de confronto, as forças de segurança reprimiram os protestos.

Pelo menos 300 pessoas morreram e 5.000 ficaram feridas, segundo a ONU.

Ele também pediu desculpas pela repressão ao protesto e prometeu punir os responsáveis.

Ele afirmou que entendia e estava de acordo com as reivindicações dos jovens e disse que “não aceitaria ordem externas”.

Mubarak também disse que as mudanças pretendem criar condições para anunciar o fim do estado de emergência, sob o qual governa desde o início, em 1981. Ele já havia prometido acabar com a medida, mas sem estabelecer data.

Possível renúncia
O discurso ocorreu em meio a vários relatos, muitos contraditórios, de que o contestado Mubarak iria renunciar, depois de 17 dias de fortes protestos de rua contra seu regime, que já dura 30 anos no país.

O clima era antecipadamente de festa no país.

Antes do discurso, o Exército anunciou em um comunicado que começou a tomar medidas necessárias “para proteger a nação e para apoiar as legítimas demandas do povo”.

Dezenas de milhares de manifestantes continuavam reunidos nesta quinta na Praça ahrir, que se tornou um símbolo dos protestos, exigindo a saída de Mubarak.

O ambiente era agitado e alegre entre os manifestantes depois do anúncio do Exército.

Essam al-Erian, representante da Irmandade Islâmica, principal força de oposição disse temer que um golpe militar esteja sendo tramado no país. Mas depois ele se retratou e afirmou que “ainda é cedo” para falar sobre a situação.

A Revolução está sendo televisionada









Al Jazeera - http://english.aljazeera.net/watch_now/



A possível renúncia de Mubarak

Da Reuters

Mubarak provavelmente vai renunciar, diz fonte no Egito

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 14:04 BRST

Por Andrew Hammond e Alexander Dziadosz

CAIRO (Reuters) - O destino do presidente do Egito, Hosni Mubarak, será decidido em questão de horas e "o mais provável" é que ele renuncie, disse uma autoridade egípcia à Reuters nesta quinta-feira.

Pouco antes, o primeiro-ministro do Egito, Ahmed Shafiq, havia dito à rede britânica BBC que Mubarak pode renunciar e que a situação no país será esclarecida em breve, informou a BBC nesta quinta-feira.

Mas segundo a rede de TV norte-americana NBC, Mubarak vai renunciar ainda nesta quinta-feira. Richard Engel, da NBC, declarou que duas fontes independentes confirmaram que Mubarak vai renunciar.

O Exército egípcio fará um pronunciamento nesta quinta no qual responderá às demandas dos milhares de manifestantes reunidos há mais de duas semanas numa praça, de acordo com a televisão local.

Imagens exibidas pela emissora estatal do encontro realizado pela cúpula militar mostraram o ministro da defesa, Hussein Tantawi, como líder do encontro. Mubarak não participou da reunião, de acordo com a TV.

"O Superior Conselho Militar realizou uma reunião hoje sob comando de Hussein Tantawi, chefe das Forças Armadas e ministro da Defesa, para discutir as medidas necessárias e os preparativos para proteger a nação, suas conquistas e as aspirações do povo", disse a agência de notícias estatal Mena.

Manifestantes pró-democracia consolidaram um novo acampamento em torno do prédio do Parlamento do Egito, e o principal ponto de concentração da oposição, a Praça Tahir (Libertação), permanecia lotada.

Os organizadores dos protestos prometeram realizar uma nova grande manifestação pelas ruas de Cairo na sexta-feira, quando os manifestantes planejam avançar para o prédio da rádio e TV do governo no "Dias dos Mártires", que será dedicado aos mortos -- segundo a ONU, podem ser até 300.

fonte: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-possivel-renuncia-de-mubarak#more


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

We No Speak Americano



Performed and choreographed by Suzanne Cleary & Peter Harding
Film by Jonny Reed
Music: Yolanda Be Cool & D Cup ft. Cleary & Harding

Hezarfen



# Hezarfen
# Istanbul
# Turkey
# Animation
# 3D

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Reles mortais não têm vez




Nota hupperiana: ...conforme Agency David&Goliath o carrinho é disputado por autoridades corruptas, espiões a serviço de milionários com aperência um tanto quanto mafiosa, ETs e Deuses. Reles mortais simplesmente não têm vez.